quinta-feira, 4 de junho de 2020

Por que a quinoa é considerada um superalimento? Postado por Vapza, em 08 Feb 2018 — 17h07 Mesmo tendo virado uma das queridinhas do mundo fitness nos últimos anos, nem todas as pessoas sabem por que a quinoa é um superalimento. Para isso, é preciso entender seu consumo, seus benefícios e como ela pode fazer parte da sua vida. Cientificamente chamado de Chenopodium quinoa, este cereal é uma espécie de planta nativa da América Latina, com presença mais abundante em países andinos, como Argentina, Bolívia, Equador, Colômbia e Peru. O consumo da quinoa em forma de grãos, farinha ou flocos se iniciou com os povos indígenas que já a cultivavam e a incluíam em sopas, bebidas e pães antes mesmo da chegada dos europeus às Américas. O alimento era venerado e sua importância era marcada por rituais religiosos. Eram utilizados objetos feitos de ouro para iniciar o plantio, fazer a colheita e depois para oferecer a planta ao deus Sol, em agradecimento à saúde proporcionada.Dessa época em diante, a quinoa passou a marcar presença mais intensamente nas dietas da população mundial. O alimento, além de ser extremamente nutritivo, ainda é super-resistente às mais diversas condições climáticas e cresce em diferentes tipos de solo. No Brasil, a planta é cultivada em vários territórios, mas sofreu algumas alterações para ser plantada por aqui, especialmente no Cerrado. As modificações permitiram que a planta crescesse em larga escala e se tornasse um produto economicamente valioso. Por que a quinoa é tão diferente? A quinoa é um destaque entre os alimentos por ser muito rica e equilibrada em seus componentes nutricionais, os quais fazem toda a diferença para a saúde no desenvolvimento e fortalecimento do corpo ou na prevenção e tratamento de doenças. Ela possui elementos como alto valor energético (o maior entre todos os cereais, com 430 kcal a cada 100 gramas), alto nível de carboidratos bons, muitas fibras, ômega-3, ômega-6, alta concentração de proteínas e ativos antioxidantes. Além disso, a quinoa é uma fonte abundante de vitaminas do complexo B e E, possui minerais como ferro, zinco, potássio e magnésio e fornece um surpreendente nível de cálcio. Isso sem falar que este cereal não tem glúten em sua composição, sendo uma boa opção para os celíacos. Quais são os benefícios da quinoa? Os benefícios deste cereal são inúmeros e podem impactar nossa saúde em curto, médio e longo prazo. Veja alguns destaques e entenda por que a quinoa é um superalimento: 1. Fortalecimento dos músculos Com um valor proteico considerado tão alto quanto o do leite materno pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a quinoa é benéfica para formação e desenvolvimento de músculos, que acontecem tanto em nosso crescimento quanto na prática de exercícios físicos. Inclusive, a quinoa é uma excelente substituta para a proteína animal para pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas, superando a quantidade de proteínas da carne, do peixe e dos ovos. 2. Companheira dos ossos A presença de cálcio em abundância também é fator de notoriedade da quinoa, pois seu consumo pode ajudar no desenvolvimento dos ossos, na recuperação de fraturas e na prevenção e cuidado de doenças como a osteoporose. 3. Amiga do sistema nervoso As vitaminas presentes na quinoa, com ênfase nas vitaminas B1, B2, B3 e B6, são primordiais para o sustento saudável de várias partes do corpo, mas se destacam no apoio à manutenção do sistema nervoso em sua totalidade. 4. Opção sem glúten Por não conter glúten em sua composição, a quinoa é recomendada às pessoas com doença celíaca, que não podem comer alimentos que tenham trigo entre seus ingredientes. Dessa forma, esses pacientes (e também as pessoas que evitam o glúten por outros motivos) têm uma alternativa de cereal a partir do qual podem ser produzidos pães, massas, farinhas e biscoitos. 5. Redução e controle do colesterol ruim Com boa quantidade de fibras solúveis e insolúveis, a quinoa age diretamente no controle e redução do colesterol ruim (LDL). Isso acontece porque elas promovem a absorção do LDL pelo fígado a partir do sangue com o objetivo de produzir ácidos biliares. Como consumir a quinoa no dia a dia A quinoa pode ser encontrada em três apresentações que têm o mesmo valor nutricional: flocos, farinha e grãos, que podem ser consumidos em diferentes receitas. Os flocos e a farinha podem ser misturados a frutas, iogurtes ou até ao leite para compor um ótimo café da manhã. Além disso, a farinha ser usadas para a produção de pães, bolos e massas, substituindo a farinha de trigo na mesma proporção. Os grãos, por sua vez, podem ser cozidos para substituir o arroz no almoço e no jantar – recomenda-se misturar a quinoa ao arroz gradativamente para acostumar o paladar. No Cookbook da Vapza, você encontra diversas receitas práticas e fáceis de fazer com a nossa Quinoa orgânica! Agora que você já descobriu por que a quinoa é um superalimento, vale a pena testar novas receitas ou modificar alguns dos seus pratos preferidos para aproveitar todos os benefícios que ela oferece e ganhar muito em sabor e saúde na sua vida. Fonte(s): GloboEsporte (1) e (2), Mais Equilíbrio, Mundo Boa Forma, Minha Vida, Conquiste Sua Vida, BBC e Sítio do Moinho



Por que a quinoa é considerada um superalimento?

terça-feira, 3 de março de 2020

12 elementos químicos do corpo humano

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
O corpo humano é composto por, no mínimo, 60 elementos químicos diferentes e suas finalidades não são muito conhecidas. Saiba mais sobre a a composição química do organismo humano e conheça os 12 elementos químicos do corpo humano de maior abundância.
Composição química do corpo humano
Conhecer os elementos químicos que compõe o corpo humano é algo fundamental para compreender seu funcionamento, seus mecanismos fisiológicos e a forma em que suas estruturas interagem. Estima-se que 96% do nosso organismo se compõe por 4 elementos em particular: oxigênio, carbono, hidrogênio e nitrogênio, principalmente em forma de água.
Os 4% restantes se compõe por outros poucos elementos e poderíamos dizer que 99% do corpo é composto por 6 elementos: oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, cálcio e fósforo. A seguir mais detalhes:
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Oxigênio (65%)
Todos sabem quão importante é a água para a vida e 60% do peso do corpo é constituído por ela. O oxigênio ocupa o primeiro lugar da lista e compõe 65% do organismo humano.
Carbono (18%)
O carbono é um dos elementos mais importantes para a vida. Mediante ligações de carbono, que podem formar-se e romper-se com uma mínima quantidade de energia se possibilita o dinamismo da química em nível celular.
Hidrogênio(10%)
O hidrogênio é um elemento químico que mais está presente no universo. Em nosso organismo acontece algo muito similar e ao lado do oxigênio em forma de água, ocupa o terceiro lugar desta lista.
Nitrogênio (3%)
Presente em muitas moléculas orgânicas, o nitrogênio constitui 3% do corpo humano. Se encontra, por exemplo, nos aminoácidos que forma as proteínas e nos ácidos ribonucleicos do nosso DNA.
Cálcio (1.5%)
Dos minerais que compõem o organismo, o cálcio é o mais abundante e é vital para nosso desenvolvimento. Se encontra ao longo do corpo nos ossos e nos dentes. São muito importantes na regulagem das proteínas.
Fósforo (1%)
O fósforo também é muito importante para as estruturas ósseas. Predominam nas moléculas de ATP proporcionando energia para as células.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Alzheimer: como lidar com essa disfunção?


Algumas atividades simples do dia a dia ajudam a adiar os sintomas da doença, mesmo que a cura ainda esteja distante

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De acordo com o Dr. Guilherme Pupo, por conta da crescente expectativa de vida, a incidência da doença está mais recorrente (Foto: Cedida)De acordo com o Dr. Guilherme Pupo, por conta da crescente expectativa de vida, a incidência da doença está mais recorrente (Foto: Cedida)
A nossa mente é um universo ainda desconhecido em alguns aspectos e que nos surpreende todos os dias, tanto de maneira positiva quanto negativa. Um dos principais mistérios que instigam pesquisadores e pessoas ao redor do mundo é a doença de Alzheimer, identificada pela primeira vez pelo médico alemão Alois Alzheimer, em 1906.
Atualmente, de acordo com dados da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), cerca de 1,2 milhão de brasileiros possuem o distúrbio neurodegenerativo. Ao falar sobre o mundo todo, os números alcançam a marca de 35,6 milhões de pessoas. Mas o que é essa doença que preocupa a saúde pública mundial e assusta, principalmente, quem está na terceira idade?
Desvendando o conceito
Em relação aos sintomas ocasionados pelo Alzheimer, o mais conhecido deles, sem dúvida, são as frequentes perdas de memória. No entanto, os danos vão além das falhas de lembranças.
Segundo o médico geriatra e cooperado da Unimed Bauru, doutor Guilherme Pupo, “ao longo da evolução da doença, o quadro só se agrava e ocorrem dificuldades para completar raciocínio, a pessoa não consegue encontrar uma palavra para completar o final da frase e há complicações para realizar atividades do dia a dia, por exemplo”.
Essas disfunções são fruto de diversas complicações que ocorrem no cérebro com o passar dos anos.
Tudo começa com a formação de placas que interferem diretamente na comunicação dos neurônios. “O que acontece é que o organismo, de uma hora para outra, começa a produzir uma substância proteica, chamada beta-amilóide, que vai se instalando na parede das células e gerando uma reação inflamatória e um processo de atrofia”, explica Pupo. Deste modo, o paciente passa a ter dificuldades de orientação, de atenção e cálculo, de linguagem e de funcionalidade.
Como detectar?
O diagnóstico do Alzheimer, assim como a própria doença, está longe de ser simples e demanda uma atenção a mais. Em primeiro lugar, há a realização de exames, como a tomografia e a ressonância magnética, que, de acordo com Pupo, são alguns dos primeiros passos para a identificação das proteínas que agem na degeneração cerebral.
Após essa etapa, é importante a execução de outros testes para comprovar a presença do distúrbio. Nesse contexto, podem ser aplicados alguns métodos de análise para verificar o estado mental do paciente. “No consultório, aplica-se um teste com uma escala de zero a trinta pontos. Quando o resultado é abaixo de 23/24 pontos, considera-se como um grau de demência e, dependendo do número de pontos, existem as classificações leve, moderada ou grave”, detalha Pupo.
Apoio e carinho são fundamentais após o diagnóstico do Alzheimer (Foto: Cedida)Apoio e carinho são fundamentais após o diagnóstico
do Alzheimer (Foto: Cedida)
Aprendendo a conviver
Como quase todos sabem, o Alzheimer, como grande parte das doenças neurodegenerativas, não tem cura. Além disso, não se descobriu nenhuma maneira de prevenir o seu surgimento. No entanto, após o diagnóstico, é fundamental o acompanhamento médico para adiar o agravamento do quadro. “Os remédios existentes diminuem a velocidade de evolução da doença. Por exemplo, é como diminuir a velocidade de um carro de 120 Km/h para 40 Km/h, ele vai frear, mas continuará andando”, afirmar Pupo.
Além disso, outras pequenas mudanças nos hábitos dos pacientes podem contribuir nessa batalha. O principal passo é manter o cérebro da pessoa em constante funcionamento, com a realização de atividades diariamente. “É essencial que o cérebro seja estimulado a todo momento para que ele não atrofie e perca as suas capacidades. Qualquer coisa que reforce a concentração e a memória, como a leitura, jogos de cartas, interação na internet e escrita, vai estimular e ajudar a parte cognitiva. Também é importante aprender coisas novas (utilizar a internet, por exemplo), já que é essa a maior dificuldade dos pacientes”, indica o geriatra.
Apoio de todos
O Alzheimer, apesar de ser um distúrbio que afeta diretamente o cérebro, prejudica todos os âmbitos da vida do paciente, desde atividades mais complexas até ações simples do dia a dia, como caminhar e comer. Por isso, o que as pessoas diagnosticadas mais necessitam é da atenção e do carinho de quem faz parte do seu círculo social. A companhia e a paciência nesse momento também são fundamentais para que todos se adaptem a uma nova rotina e tornem a situação menos complicada.
Para garantir que esses passos sejam seguidos, instituiu-se 21 de setembro como o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença de Alzheimer. O objetivo dessa ação é promover o conhecimento sobre a demência para que a comunidade passe a ser solidária.
Outra iniciativa é a campanha Setembro Lilás, que se estende por todo o mês e visa levar informações sobre a doença e como manter o bem-estar dos idosos.
Pensando na qualidade de vida da comunidade, a Unimed Centro-Oeste Paulista apoia essa iniciativa e promove diversas ações para orientar a população que convive ou possa conviver com casos do distúrbio. Confira as dicas acessando o site www.unimedcop.coop.br.
Postado por: Carlos PAIM