segunda-feira, 13 de junho de 2011

Com Alzheimer, escritor Terry Pratchett cogita suicídio assistido (Postado por Erick Oliveira)

O escritor britânico Terry Pratchett, 63 anos, afirmou ter dado início ao processo que pode levar a seu suicídio assistido em uma clínica na Suíça. Segundo o site do jornal britânico "The Telegraph", o autor recebeu formulários para escolher a data e o lugar de sua morte.
Terry Pratchett, responsável pela série "Discworld", tem uma forma rara de Alzheimer com um início precoce. Ele disse que tinha recebido os formulários recentemente e agora está pensando quando irá assiná-los.
O autor tomou a decisão após acompanhar um doente de esclerose lateral amiotrófica na mesma clínica suíça em um polêmico documentário que será exibido nesta segunda-feira (13) na emissora britânica BBC Two. O filme mostra o empresário Peter Smedley, 71 anos, em suicídio assistido. Ele morreu nos braços da esposa após tomar um coquetel de medicamentos. Será a primeira vez que um suicídio será transmitido na televisão.
Prachett já vendeu mais de 65 milhões de livros da franquia "Discworld", saga de fantasia que lançou em 1983.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cientistas preveem tratamento eficaz para o mal de Alzheimer em cinco anos

CIDADE DO PANAMÁ (AFP) - Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o mal de Alzheimer, que devolveria as faculdades mentais às pessoas acometidas pela doença, que atinge um terço dos maiores de 85 anos no mundo, afirmaram cientistas.

"Penso que estamos quase prontos para fazê-lo (ter um tratamento eficaz), acho que em cinco ou seis anos" existirá, disse à AFP o cientista japonês Kiminobu Sugaya, que participou no Panamá de uma "Conferência Internacional sobre Novas Descobertas do Cérebro".

Os cientistas correm contra o tempo para encontrar um tratamento para esta doença neurológica que leva à perda progressiva da memória e da linguagem, e para a qual não há cura por enquanto.

Há estudos muito avançados que demonstram que aumentando o número de células no cérebro de um paciente é possível deter o Alzheimer, explicou Sugaya, professor de neurociência da Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos.

Para isto são necessárias células-tronco, tiradas da etapa pré-natal de uma pessoa, que teriam que ser transplantadas ao paciente caso ele padeça de Alzheimer.

"Se se aumenta o número de células (no cérebro do paciente) é possível deter a doença", explicou Sugaya, que estuda este mal há quatro décadas.

O objetivo é que as células-tronco se transformem em neurônios saudáveis, que substituam os neurônios doentes, algo que Sugaya disse ter testado com sucesso em ratos.

"O grande desafio na próxima etapa é ter remédios que detenham a doença e impeçam o acúmulo da toxina beta-amiloide no cérebro", disse à AFP Daniel Chain, presidente da empresa americana Intellect Neurosciences Inc., dedicada ao estudo do Alzheimer.

A beta-amiloide é uma proteína que se acumula no cérebro dos doentes de Alzheimer, criando uma espécie de emaranhado que dificulta a comunicação entre as células, explicou.

"Penso que dentro de cinco anos haverá remédios no mercado" para reverter o Alzheimer, disse Chain, explicando que eles não só deteriam o avanço da doença, como também poderiam restaurar os danos no cérebro do paciente.

"Nenhum dos fármacos que estão disponíveis hoje no mercado são eficazes contra a doença", acrescentou o especialista americano.

Os medicamentos "são administrados (ao paciente) para melhorar sua vida diária, mas não estão fazendo nada no cérebro para retardar o avanço do mal", reforçou a cientista panamenha Gabrielle Britton.

"O maior desafio agora é poder identificar um biomarcador (uma proteína ou um gene) que nos permita poder dizer, 'esta pessoa vai ter Alzheimer', para lidar com a doença desde cedo", acrescentou Britton, pesquisadora do Centro de Neurociências do Panamá.

Os especialistas asseguram que o Alzheimer têm um componente genético em 10% dos casos.

Segundo afirmou Britton, metade dos maiores de 85 anos no mundo sofrem de algum tipo de demência e a mais comum entre elas é o mal de Alzheimer.

A doença deve seu nome ao psiquiatra e neurologista alemão Alois Alzheimer (1984-1915), que no começo do século XX identificou seus sintomas e a degeneração que causa no cérebro.

Copyright © AFP.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Novo remédio avança no combate ao Alzheimer

Tratamento encontra meio de enfrentar a doença diretamente no cérebro
Todos os remédios criados para combater o Alzheimer até hoje tiveram sucesso apenas parcial. A causa: é muito difícil criar moléculas que passem pela barreira hematoencefálica, uma fortaleza que seleciona os componentes do sangue que entram no cérebro. Por isso, as tentativas de atacar as placas de proteína beta-amiloide, que se acumulam no cérebro e causam a perda das funções cognitivas, como a memória, acabam gerando poucos resultados.
Pesquisadores de biotecnologia da Genentech, uma companhia conhecida por criar tratamentos contra o câncer baseados em anticorpos, afirmam, porém, ter desenvolvido uma forma de passar por essa barreira e chegar ao cérebro. Suas descobertas, divididas em dois estudos publicados na revista Science Translational Medicine, podem representar tratamentos eficazes para o Alzheimer, esquizofrenia, Parkinson e até mesmo autismo. "Eles abrem uma nova fronteira no tratamento baseado em anticorpos", afirmou Mark Dennis, um dos cientistas da Genentech.
O que acontece atualmente? Pequenas moléculas podem atravessar essa barreira, mas grandes moléculas, como anticorpos criados em laboratório, ficam presas nas intricadas malhas de vasos sanguíneos do cérebro. Segundo Ryan Watts, diretor de neurosciência da Genentech, que trabalhou em ambos os estudos, menos de 0,1% dos medicamentos que usam anticorpos passam pela barreira. "Essa nova tecnologia pode melhorar significativamente esta taxa", disse Watts. O novo medicamento funciona por meio do bloqueio do beta-secretase 1 ou BACE, enzima necessária para cortar as proteínas beta-amiloide, formando placas que aderem nos cérebros dos pacientes com Alzheimer.
Cavalo de Troia — O primeiro passo do estudo obteve sucesso relativo. Testes em camundongos e macacos mostraram que os anticorpos reduziram efetivamente a quantidade de beta-amiloide no sangue dos animais, mas apresentaram um efeito modesto na redução dos níveis da proteína no cérebro.
Para superar o problema, a equipe decidiu usar uma abordagem Cavalo de Troia. Sabendo que o ferro chega facilmente no cérebro, eles fizeram o anticorpo específico para receptores de transferrina, responsável pelo transporte de ferro através da barreira hematoencefálica. Mesmo assim, as moléculas maiores continuavam presas na barreira. A saída foi deixá-las menos 'grudadas' aos receptores de transferrina. Ao chegar à barreira, então, elas 'caíam' dos receptores e entravam no cérebro.
Novos testes em ratos mostraram que os anticorpos atingiram o alvo e reduziram consideravelmente a quantidade de proteína prejudicial no cérebro. Várias empresas já estão desenvolvendo remédios que funcionam de forma parecida. "Agora nós vamos atrás disso de forma agressiva", disse Watts, acrescentando que a Genentech estudará tratamentos de anticorpos para outras doenças neurodegenerativas, além do Alzheimer.

sábado, 7 de maio de 2011

“Pessoas com mal de Alzheimer têm deficiência de óxido nítrico em algumas partes do cérebro" (Louis Ignarro)

Ignarro explica que o óxido nítrico tem função múltipla no organismo, desde a regulação das funções do pulmão e da circulação sangüínea até a estimulação dos nervos do cérebro que atuam na memória e aprendizado.

“Pessoas com mal de Alzheimer têm deficiência de óxido nítrico em algumas partes do cérebro.”


Inflamação

Mas, segundo o pesquisador, para uma corrente de cientistas a principal função do óxido nítrico é prevenir o processo inflamatório, como um antioxidante.

“Várias doenças, como câncer, úlceras e mal de Alzheimer surgem a partir de uma inflamação, que ocorre por meio de um stress oxidativo.

Quando isso acontece, o óxido nítrico, que protege contra as doenças, é destruído”, diz o Nobel de Medicina

Ele acrescenta que as vitaminas C e E desempenham uma função importante no corpo humano, a despeito do ceticismo de muitos pesquisadores.

“Ninguém sabia, até recentemente, como atuavam os suplementos vitamínicos.

Agora sabemos que eles aumentam a concentração do óxido nítrico no organismo.”


 O trecho supra é um destaque da matéria, a seguir publicada, na íntegra:

Para Louis Ignarro, pai do Viagra, óxido nítrico combate câncer e mal de Alzheimer




SAÚDE-Para Louis Ignarro,utilização do óxido nítrico é “milagre”

Ciência já tem a chave para tratar câncer, diz pai do Viagra

Nobel de Medicina participa de simpósio internacional no Rio



Marcos DPaula/AE


Rio (AE) – A descoberta de uma função do óxido nítrico, minúscula molécula de vida fugaz – não dura mais do que um segundo no organismo – revolucionou o tratamento da impotência masculina, permitindo o desenvolvimento de medicamentos como o Viagra. Mas o melhor ainda pode estar por vir: o tratamento do câncer, arteriosclerose, úlceras, mal de Alzheimer e incontinência urinária.

Nobel de Medicina de 1998, com o estudo que baseou a criação da droga para combater a disfunção erétil, o americano Louis Ignarro atesta que o neurotransmissor gasoso é a chave para prevenir e tratar tais doenças.”É como um milagre. É por isso que (a descoberta da primeira função do óxido nítrico) levou um prêmio Nobel. No começo, foi muito difícil acreditar”, disse o pesquisador da Universidade da Califórnia (EUA) que esteve no Rio ontem participando do Simpósio Internacional sobre Ácido Nítrico, Citocinas e Inflamação, no Copacabana Palace, na zona sul.


“Fiz a descoberta original, mas muitos cientistas levaram a pesquisa adiante, encontrando outras funções (do óxido nítrico)”, ressaltou Ignarro. Segundo ele, estão sendo testados em laboratórios de todo o mundo 15 medicamentos para suprir o organismo de óxido nítrico ou fazer com que o corpo humano aumente a produção da molécula de oxigênio e nitrogênio.

De acordo com o cientista, nos próximos cinco anos devem estar no mercado várias drogas baseadas nesses estudos, “as mais importantes serão para tratar doenças cardiovasculares”, revelou o pesquisador, destacando que o óxido nítrico, ao evitar a coagulação sangüínea, pode prevenir por exemplo, ataques cardíacos e derrames.

Ignarro explica que o óxido nítrico tem função múltipla no organismo, desde a regulação das funções do pulmão e da circulação sangüínea até a estimulação dos nervos do cérebro que atuam na memória e aprendizado. “Pessoas com mal de Alzheimer têm deficiência de óxido nítrico em algumas partes do cérebro.”

Inflamação

Mas, segundo o pesquisador, para uma corrente de cientistas a principal função do óxido nítrico é prevenir o processo inflamatório, como um antioxidante. “Várias doenças, como câncer, úlceras e mal de Alzheimer surgem a partir de uma inflamação, que ocorre por meio de um stress oxidativo. Quando isso acontece, o óxido nítrico, que protege contra as doenças, é destruído”, diz o Nobel de Medicina

Ele acrescenta que as vitaminas C e E desempenham uma função importante no corpo humano, a despeito do ceticismo de muitos pesquisadores. “Ninguém sabia, até recentemente, como atuavam os suplementos vitamínicos. Agora sabemos que eles aumentam a concentração do óxido nítrico no organismo.”

No caso do remédio para impotência, Ignarro e equipe descobriram que o óxido nítrico é o neutrotransmissor liberado pelo nervo do tecido erétil. Em pacientes com impotência, ele é liberado em quantidade insuficiente. “As drogas contra disfunção erétil inibem a quebra do GMP cíclico, mediador do óxido nítrico fazendo com que o neurotrasmissor permaneça mais tempo no organismo.”

terça-feira, 19 de abril de 2011

Depois de 27 anos, médicos revisam os princípios para diagnóstico do Alzheimer

Médicos norte-americanos esperam ajudar os cientistas, com esses parâmetros atualizados, a descobrir novos métodos de diagnóstico e novos tratamentos para a doença
 
Redação Época

Pela primeira vez em 27 anos os critérios para se traçar o diagnóstico clínico do Alzheimer foram revisados, e novos parâmetros de pesquisa para a detecção da doença em seus estágios iniciais foram divulgados como forma de aprofundar o conhecimento da desordem. A revisão dos critérios foi feita pelo Instituto Nacional do Envelhecimento e pela Associação do Alzheimer, nos Estados Unidos, e foi publicada nesta terça-feira (19) no periódico Alzheimer's & Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association.

Os médicos norte-americanos esperam ajudar os cientistas, com esses novos parâmetros, a descobrir novos métodos de diagnóstico e novos tratamentos para a doença. A revisão do documento, que continha as linhas gerais do tratamento e diagnóstico do Alzheimer, marca uma importante mudança no estudo da desordem cerebral, uma vez que fazia quase três décadas que não se atualizava o material, mesmo com as mais modernas pesquisas já feitas na área de saúde.

Na prática, o que muda é que os médicos diagnosticavam o Alzheimer apenas após o surgimento dos primeiros sintomas de demência, sem levar em consideração sua evolução ao longo dos anos. Agora, a Associação do Alzheimer dividiu a doença em três etapas: um estágio pré-clínico, o estágio de sintomas mais amenos e, por fim, a demência causada pela condição patológica. Com isso, abre-se as portas para que os médicos estudem mudanças no cérebro e nos fluidos cerebrais e consigam relacioná-las ao Alzheimer.

“A pesquisa com o Alzheimer evoluiu bastante nos últimos anos. Atualizar os parâmetros de diagnóstico para que sigam a velocidade dessas mudanças científicas não é apenas necessário, mas também irá beneficiar os pacientes na medida em que acelera a velocidade com que são feitas as pesquisas”, afirmou o doutor Richard Hodes, diretor do Instituto Nacional do Envelhecimento.

O médico encarregado pelo escritório científico da Associação do Alzheimer, William Thies, disse também que a revisão do documento trará benesses que poderão levar a um diagnóstico da doença cada vez mais cedo e sempre mais efetivo. “Isso permitirá que mais pessoas vivam vidas sem nenhum - ou com muito pouco - sintoma do Alzheimer”, disse.

Os critérios clínicos originais do Alzheimer, datados de 1984, definiam a doença como tendo um único estágio evolutivo, que é justamente a demência, ignorando que a pessoa pudesse apresentar indícios da desordem cerebral antes de chegar nesse ponto. Até hoje, era considerado que pessoas livres de demência não tinham a doença, e o diagnóstico do Alzheimer nesses pacientes era confirmado apenas depois de mortos, quando era feita uma autópsia no corpo.

Uma das características do Alzheimer é a formação de placas de proteínas amiloides e proteínas tau no cérebro, o que, na maioria dos casos - mas não em todos - pode levar à demência. Em muitos pacientes, porém, esse excesso de proteínas no órgão só era descoberto depois da morte. Mas, de 1984 para cá, diversas pesquisas já haviam mostrado que nem todos os sintomas estão diretamente ligados a mudanças anormais na atividade cerebral, podendo o paciente ter Alzheimer sem apresentar vários dos sintomas considerados comuns.

Algumas das pesquisas médicas chegaram mesmo a mostrar que pacientes idosos que possuíam altíssimos níveis de plaquetas amiloides no cérebro jamais apresentaram sinais de demência durante toda a vida - e ainda assim morreram por causa do Alzheimer. Também ficou provado que o acúmulo dessas proteínas no cérebro começa a acontecer antes da formação das plaquetas e da perda de neurônios.

Como forma de resumir tudo o que já se estudou sobre o Alzheimer, os dois institutos, então, resolveram compilar os dados e dividir os estágios da doença em três. No primeiro, chamado de pré-clínico, avalia-se e se observa o acúmulo de proteínas amiloides no cérebro, sem porém poder ser verificado nenhum sintoma comum. No segundo, chamado de Deterioramento Cognitivo Leve (DCL), os primeiros sintomas de perda de memória começam a surgir, e é quando a pessoa geralmente é diagnosticada - a doença já está evoluída -, embora ela ainda esteja saudável. Por fim, há o estágio da demência, o final da doença, quando a pessoa já se encontra em um estado avançado do Alzheimer. Os pesquisadores ampliaram também os conceitos desse estágio final para que não ficasse centrado apenas na perda da memória, mas incluísse, além, outros aspectos da perda cognitiva.

O novo documento deixa aberta a possibilidade para que novas descobertas e tecnologias sejam automaticamente inseridas nos parâmetros do diagnóstico do Alzheimer, principalmente aquelas que estudem os processos da doença, possibilitando que o tratamento da doença seja ampliado com mais rapidez e não tenha que esperar outros 27 anos.

“Nós não estamos impondo um limite (nas pesquisas com o Alzheimer). O que estamos dizendo com esta revisão é que temos aqui o mais avançado conhecimento e não esperaremos outros 27 anos para poder revisá-la novamente”, afirmou o doutor Creighton Phelps, diretor do Instituto Nacional do Envelhecimento.
LH

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Cientistas descobrem 5 genes relacionados ao Alzheimer

Cientistas descobrem 5 genes relacionados ao Alzheimer

A descoberta pode fornecer pistas para as causas da complexa e incurável enfermidade, além de ajudar os médicos a prever casos de maior risco


Um grupo internacional de cientistas anunciou neste domingo (3) a descoberta de cinco genes relacionados ao início do mal de Alzheimer, dobrando o número de variantes genéticas conhecidas que favorecem o surgimento da forma mais comum da doença. A descoberta, publicada no jornal Nature Genetics, pode fornecer pistas para as causas da complexa e incurável enfermidade, além de ajudar os médicos a prever casos de maior risco, segundo os cientistas.


No maior dos estudos realizados até o momento, cerca de 300 cientistas de dois consórcios sequenciaram os genomas de 54 mil pessoas - algumas afetadas pela enfermidade, outras não - para trazer à tona as novas variações genéticas identificadas. Os dois projetos começaram independentemente, mas depois trocaram seus dados, permitindo que cada grupo confirmasse as descobertas gerais.


Segundo o principal idealizador de um dos estudos, o pesquisador Gerard Schellenberg, da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, "antes dessas pesquisas, havia cinco genes de 'início tardio' aceitos". Por e-mail, ele disse que "agora, há mais cinco: MS4A, ABCA7, CD33, EPHA1 e CD2AP". Cerca de 90% dos casos de Alzheimer são os chamados de "início tardio", isto é, que afetam pessoas com mais de 65 anos. A probabilidade de desenvolvimento dessa forma da doença dobra a cada cinco anos.


Schellenberg explicou que a identificação das partes do DNA que contribuem para o mal de Alzheimer aumenta "nosso entendimento do papel da hereditariedade neste início", acrescentando que outros genes certamente ainda terão de ser descobertos. Mas Schellenberg disse que a maior contribuição será na compreensão dos mecanismos por trás das causas do Alzheimer. "Esses genes destacam novos caminhos essenciais para o processo da doença."


O último objetivo, segundo Schellenberg, é criar medicamentos que possam interromper ou até evitar o progresso da doença. Para isso, "biólogos moleculares que trabalham nos mecanismos da doença agora precisam descobrir exatamente como esses genes se ligam ao processo do Alzheimer". Os tratamentos atuais são apenas "marginalmente eficientes" ao mascarar sintomas ou desacelerar o avanço inevitável da enfermidade, de acordo com Schellenberg.


O mal de Alzheimer afeta 13% das pessoas com mais de 65 anos no mundo e até 50% dos idosos com mais de 85 anos. Especialistas estimam que, conforme as populações dos países ricos envelhecerem, o número de afetados no mundo deve dobrar para mais de 65 milhões até 2030. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 10 de março de 2011

"Acesse um e leia dois": Nesta página, o internauta encontrará dois LINKs, correspondentes a uma parceria entre a agência noticiosa "Google News" e "Edson Paim Notícias", através dos quais poderá ler, diariamente, as últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, publicadas nessa dupla de sites que constituem um verdadeiro jornal diário

Este Blog estará sempre atualizado, qualquer que seja a data que aparece acima, pois a atualização ocorre automaticamente, inclusive nos momentos em que você o acessa ou esteja lendo.

Para você ler as notícias que são postadas nos últimos instantes, pelo Google News e por Edson Paim Notícias",  basta clicar nos seguintes LINKs:

http://news.google.com/ 

http://www.edsonpaim.com.br/    

As instruções acima seriam até desnecessárias,  pois já existe uma  maneira de acessar, todos os dias, Notícias publicadas pelo "Google News" e por "Edson Paim Notícias", clicando  nos respectivos LINKs, situados ao lado direito desta página.  

Mas esta redundância objetiva a maior visibilidade por parte do leitor.

A sequência dos LINKS é idêntica a observada acima: O primeiro é o da agência noticiosa "Google News", o segundo é o de "Edson Paim Notícias" e, eventualmente,  o terceiro  repete o de Edson Paim, enquanto não for substituido por um LINK de nível municipal, estadual, nacional ou internacional, pertinente com o nome do blog, formando assim, novas trincas de sites, aos quais aplicamos a designação de "THE THREE IN ONE POST".

De qualquer maneira, tanto as duplas como as trincas de sites (como ocorre em parte dos 600 Blogs que constituem o Painel do Paim), conduzem o leitor às últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, neles publicadas.